Gravidez
Primeiras semanas
Primeiras semanas
1. Quando posso fazer um teste de gravidez para obter um resultado fiável?
A melhor altura para fazer um teste de gravidez é cerca de uma semana depois da data prevista para a menstruação. A maioria dos testes de gravidez afirmam uma “precisão superior a 99 por cento" e insinuam que pode usar o teste no próprio dia em que falha o período, mas um estudo publicado em 2004 no American Journal of Obstetrics and Gynecology demonstrou que estas afirmações são enganosas. A concentração de gonadotropina coriónica humana (hCG) — a hormona medida pelos testes de gravidez — na urina em qualquer dia após a implantação pode variar muito de mulher para mulher. Investigadores da Universidade do Novo México avaliaram 18 testes e concluíram que apenas um (First Response Early Result) apresentava consistentemente uma sensibilidade suficiente para detectar os níveis de hCG que a maioria das mulheres grávidas apresenta provavelmente no primeiro dia após a falha da menstruação. A sensibilidade da maioria dos restantes testes só conseguia detectar cerca de 16% das gravidezes nessa altura.
11. O que posso fazer para obter os melhores resultados com um teste de gravidez?
Em primeiro lugar, consulte o prazo de validade do teste e certifique-se de que está em boas condições. Se tiver guardado o teste num local com humidade ou quente (como a casa-de-banho), é possível que se tenha deteriorado, por isso deite-o fora e adquira um teste novo. Quando estiver pronta para fazer o teste, leia atentamente as instruções, já que variam consoante a marca do teste. Para obter os melhores resultados, faça o teste logo pela manhã, quando a urina se encontra mais concentrada. Se o teste apresentar um resultado negativo e ainda não tiver a menstruação, espere mais alguns dias ou uma semana e tente novamente. Um resultado negativo nem sempre significa que não esteja grávida. Se a menstruação não aparecer na altura prevista, lembre-se de que pode, ainda assim, estar grávida (não se apresse a tomar uma bebida ou a fazer outras coisas que possam colocar em risco a gravidez).
2. Estou mesmo grávida, mesmo que a tira tenha uma cor muito clara?
Se o teste apresentar um resultado positivo, mesmo que a tira esteja muito clara, há boas possibilidades de estar grávida. Para um teste de gravidez em casa apresentar um resultado positivo, o seu organismo tem de estar a produzir níveis detectáveis de hCG e isso só acontece na sequência de uma gravidez. Muitas mulheres obtêm um resultado “ligeiramente” positivo se tiverem menos tempo de gravidez do que pensavam. Para ter a certeza, faça outro teste passados dois ou três dias. Se obtiver um resultado positivo mais evidente, parabéns. Se o segundo teste for decididamente negativo, é possível que tenha sofrido um aborto espontâneo logo no início da gravidez. Os especialistas calculam que cerca de 20 a 30 por cento de todas as gravidezes não sejam evolutivas, ou seja, infelizmente, é bastante comum.
1. Porque é importante planear a gravidez?
Assim como o agricultor quando chega a Primavera prepara a terra para lançar a sementeira, também o casal que decide ter chegado a altura ideal de conceber um filho, não se deve esquecer, que para que uma gravidez decorra sem problemas e para que o seu futuro bebé nasça saudável, é decisiva a saúde dos futuros pais no momento da concepção e como tal, terão de se preparar para que a sua sementinha não se perca e germine em terreno saudável e fecundo.
Controlar os riscos antes da concepção pode prevenir e garantir a segurança do bebé durante o período mais perigoso da gravidez.
O período de maior risco para o feto situa-se nas primeiras semanas da gravidez (entre os dezassete e os 56 dias após a fecundação) e é importante que os futuros papás não descurem, assim, a sua saúde pois, quando a mulher se apercebe da sua gravidez podem já ter passado as semanas de maior risco para o seu bebé.
Antes de engravidar, conheça os riscos: Planear uma gravidez é o que de mais importante pode existir na vida de um casal e depende unicamente deles o seu planeamento perfeito.
Existem, hoje em Portugal, consultas gratuitas de Planeamento Familiar nos Centros de Saúde, Maternidades e em alguns Hospitais. Estas consultas destinam-se a apoiar e informar os futuros pais para que possam planear a sua gravidez no momento certo e de forma segura.
Numa consulta de planeamento familiar, não só avaliarão o seu estado de saúde e o do futuro pai, bem como lhe farão o rastreio do cancro ginecológico e das doenças sexualmente transmissíveis, além de poderem averiguar e identificar sobre as enfermidades hereditárias. Na consulta de planeamento familiar ser-lhes-ão ainda prescritos testes com o fim de prevenção a qualquer malformação fetal.
São vários os factores que podem ter implicação negativa na gravidez e não podemos deixar de relembrar alguns deles:
1- Idade: A gravidez precoce ou a gravidez tardia pode trazer riscos para a mãe e para o bebé.
A partir dos 35 anos a mulher deverá sujeitar-se a testes de diagnóstico pré-natal, que o seu médico aconselhará antes da gravidez.
2- Doenças:
a) Caso na família exista história clínica de:
- malformações congénitas do coração
- síndroma de Down
- espinha bífida
- atraso mental
- hemoglobinopatias
- doenças musculares hereditárias
b) Caso a futura mãe sofra de:
- artrite reumatóide
- hipertensão
- diabetes
- epilepsia
- problemas cardíacos
- problemas renais
- problemas na tiróide
c) No caso de doenças sexualmente transmissíveis, o casal deve tratá-las antes da concepção.
A consulta de planeamento familiar, ao contrário do que muitas mulheres pensam, não é uma consulta destinada àqueles que não estão interessados numa gravidez. É, sim, uma consulta destinada a todos os casais que desejam ter uma gravidez no tempo certo e não uma gravidez indesejada. É também o primeiro apoio para todos os casais que desconfiam de infertilidade.
Planear ter um filho é também uma preparação física:
Quando qualquer mulher pensa em ficar grávida terá de analisar bem o estilo de vida que leva e as alterações que terá e deverá fazer antes da concepção de modo a prevenir e reduzir ao mínimo os prejuízos causados por agentes externos (meio-ambiente), infecções, alimentação incorrecta, drogas, álcool, fumo…
A prevenção é a melhor segurança para que o seu bebé nasça saudável e por isso não esqueça:
Fumo - É um vício que pode prejudicar, não só a gestação como também a gravidez. Todas as mamãs deverão abolir o fumo desde a primeira hora em que pensam conceber. O seu organismo tem de estar desintoxicado e livre de toxinas para receber o pequenino ser. As mães fumadoras, não só prejudicam a sua saúde como poderão estar sujeitas a aborto espontâneo. Se o bebé consegue ultrapassar o período crítico, muito provavelmente vai nascer prematuramente e com baixo peso.
Café - Se habitualmente é uma consumidora de "bicas", esqueça. A cafeína pode atrasar a concepção e ainda aumentar o risco de um aborto espontâneo.
Álcool - Nem um copo de vinho nem um cálice de qualquer digestivo. Uma mulher que bebe corre o risco de que o seu bebé possa nascer com síndroma alcoólico fetal e com problemas tanto físicos como mentais.
Drogas - As drogas no início da gravidez, aumentam o risco aborto espontâneo. As mulheres que continuam a utilizar a droga, têm muitas probabilidades de dar a luz a um bebé prematuro, com baixo peso e muitas vezes com o síndroma de abstinência.
Mudança de hábitos:
A utilização de certos produtos tóxicos deverá ser evitada. Nesta preparação, um simples insecticida pode vir a ser prejudicial ao seu bebé.
Se trabalha com produtos tóxicos ou material que possa emitir radiações, deverá avaliar a altura da concepção de modo a não provocar danos ao futuro bebé.
Deverá também de falar com o seu médico sobre todo e qualquer medicamento que esteja ou queira tomar. Nesta altura só deverá tomar medicamentos prescritos pelo seu médico assistente pois, a ele unicamente cabe avaliar se os mesmos não irão prejudicar a concepção e consequentemente o futuro bebé.
Uma boa alimentação e bons hábitos de descanso podem ser determinantes para esta sua gestação.
2. Estou a pensar engravidar. Que medidas devo tomar?
A melhor garantia para ter um filho saudável é ir ao obstetra o mais cedo possível e seguir as suas recomendações.
Exames necessários: O ideal é que a mulher programe com antecedência a sua gravidez, Comportarem-se como se já estivessem grávidas, adquirirem hábitos saudáveis , alimentarem-se equilibradamente, evitarem o tabaco e o álcool … reduz, sem duvida, os possíveis riscos. E, sobretudo, ir antecipadamente ao médico permite prever, se se pertence ou não a um grupo de risco, e em caso afirmativo, tomar todas as medidas neces-sárias.
Para que tudo corra o melhor possível: Cada vez mais esta primeiríssima consulta, é valorizada, uma vez que o casal está decidido a ter um filho. O aconselhamento pré-natal começa, portanto, bem precocemente. A toma de ácido fólico é importante na prevenção de doenças no tubo neural.
Numa mulher saudável, sem antecedentes ou doenças hereditárias, sendo o mais provável que este aconselhamento médico não resulte em nenhuma prescrição médica especial. Mas, por vezes, surgem surpresas.
Ao realizar uma análise rigorosa (provas de toxoplasmose, rubéola, hepatite, sida, sífilis, análises de sangue e urina), por vezes descobre-se que a mulher está infec-tada com o vírus HIV (sida) , apesar de que , talvez nem ela nunca tenha suspei-tado. A prova do HIV é absolutamente recomendável.
Quando a mãe é seropositiva, o risco de que seu filho nasça infectado situa-se en-tre os 12 e 15 por cento, pelo que se aconselha a evitar a gravidez.
É necessária a vacina anti-rubéola?: Esta doença infecciosa é especialmente perigosa durante o primeiro trimestre da gestação. Pode acontecer que a análise demonstre que a mulher não possua anti-corpos que a imunizem contra esta doença. Neste caso prescreve-se a vacina, mas a gravidez deve esperar, até que decorram três meses para que a vacina não pre-judique o futuro bebé.
No entanto não são muitos os casais que programam a chegada do seu filho, mas seria desejável que se incrementasse esta tendência. É claro, que isto não quer dizer que se não o fizer o bebé nascerá com problemas. Mas, é certo que, permite controlar antecipadamente os factores susceptíveis de perigo. Nas gravidezes de risco este conselho pré-concepcional é necessário. Uma mulher diabética , por exemplo, tem praticamente as mesmas possibilidades de que o seu filho nasça são se programar a sua gravidez, como qualquer outra que não tenha este pro-blema.
Em caso de suspeita, corra para o médico. Uma mulher que suspeite estar grávida, deve de imediato fazer um teste de gravi-dez e ir ao obstetra o mais rapidamente possível. O que justifica tanta pressa? É necessário que o especialista faça uma avaliação geral e, o mais importante , a data da gestação.
Nas primeiras semanas de amenorreia é muito fácil calcular a idade da gestação , e isto é fundamental para calcular a evolução e crescimento do feto ao longo da gravidez, e verificar se é preciso programar algum controle especial. Nesta primeira visita o médico interessar-se-á pelos antecedentes familiares, para ver se poderá existir algum factor de risco genético, e elaborará a história clinica da gestante.
Terá em conta se teve algum aborto, se tem filhos, como decorreram as gravide-zes e partos. Além do conhecimento ginecológico, realizará uma exploração mamária e outra mais pormenorizada aos aparelhos (cardio - circulatório e respirató-rio…)controlará a altura, peso e tensão arterial da grávida.
A anemia pode ser muito frequente: Para saber antecipadamente qual é a situação, é necessário realizar um hemogra-ma e verificar se a mulher tem ou não anemia. Esta análise repete-se no segundo e terceiro trimestres, permitindo analisar o valor proteico; e dizer, se a nutrição da gestante está equilibrada, assim como a seu perfil lipídio e hepático. Se existe anemia , e também para preveni-la, prescreve-se um complemento de ferro, ge-ralmente ao longo de toda a gestação.
A partir deste momento, ou três messes antes se se programou a gravidez, reco-menda-se a ingestão de ácido fólico, para prevenir más formações fetais no siste-ma neural, como a espinha bífida. O suporte necessário de vitaminas, sem duvida, está coberto com a nossa dieta mediterranica.
Também é necessário conhecer o Rh da grávida, Se é negativo. É também neces-sário conhecer o Rh do pai, em caso positivo, realiza-se o teste de Coombs indirec-to, para se assegurar que não existem anticorpos que possam danificar o feto. Ás 28 semanas de gestação terá de se administrar uma injecção de globulina anti D e, se o bebé é Rh positivo, repete-se esta profilaxia nas primeiras 72 horas depois do parto. As análises da urina realizam-se em cada um dos três trimestres. No pri-meiro, e para maior segurança, faz-se uma uro-cultura, para despiste de infecções urinárias.
A sorologia (toxoplasmose, hepatite, rubéola, hepatite B e C, sífilis e HIV ) também se fazem no primeiro trimestre caso se não tenha realizado a consulta pré-natal. Se a prova de toxoplasmose dá resultado negativo, repetir-se-á porque se positivar terá que se fazer antimioterapia específica.
O mesmo acontece com a citologia, voltará a realizar-se quando o resultado obti-do na primeira visita, não tenha sido normal. No caso da mulher pertencer a um grupo de risco, é necessário repetir a análise de hepatite, mesmo que o primeiro resultado tenha sido negativo
Quantas idas ao médico é necessário fazer?: A Organização Mundial de Saúde recomenda que devem fazer-se dez visitas ao obstetra durante a gestação, ou pelo menos oito. Durante os primeiros dois tri-mestres deverá ir de três ou de quatro em quatro semanas, a partir da 35ª, 36ª ou 37ª semana, deverá ir todas as semanas. Os objectivos genéricos fundamentais são realizar uma avaliação geral e uma exploração obstétrica.
A avaliação do estado do feto realiza-se mediante auscultação e medindo a altura do fundo do útero e observação ecográfica. Esta medida anotada em cada consul-ta, permite elaborar uma curva de crescimento que avalia se o futuro bebé se está desenvolvendo de forma adequada ou não. Todos estes valores se completam com as três ecografias obrigatórias, de apreciação morfológica e de curva de crescimento.
Porque consideramos tão importante controlar o peso e a tensão arterial em cada visita? Existe uma relação directa entre o peso da grávida e o peso do feto. Até há pouco tempo considerava-se que o aumento normal da grávida eram 10 quilos até ao final da gestação, agora admite-se como normal um máximo de 12.
O objectivo básico do controle da tensão arterial é eliminar a possibilidade de que aconteça uma pré-eclampsia antes do parto, transtorno muito grave mas quase erradicado. Caracteriza-se pela existência da hipertensão e a aparição de edemas. A maioria das mulheres apresentam edemas no final da gravidez, mas já se provou que, se não são graves, não influem no prognóstico da gravidez e parto. No entan-to, deve-se ter em consideração que existe um grande paralelismo entre o apare-cimento de edemas e o envelhecimento da placenta.
Teremos de despistar a hipótese de diabetes: É esta a finalidade do teste de Osullivan, que se realiza cerca da semana 26. Con-siste em ingerir 50 gramas de glicose se este for anormal far-se-á uma curva de glicemia , se esta tiver 2 valores alterados, conclui-se existir diabetes gravídica.
Os denominados marcadores bioquímicos permitem seleccionar as gestantes sus-ceptíveis de ter um filho com alterações cromossomaticas, mas por habito não se fazem a todas as mulheres.
Trabalha-se fundamentalmente com alfafetoproteína e a fracção beta de HCG ( hormona gonadotropina coriónica ), analisando as quantidades presentes no sangue. Para as interpreta, deveremos Ter em consideração outros factores: o peso da mulhe, se fuma ou é diabética e principalmente a idade de gestação. Um erro de uma semana a mais ou a menos pode fazer com que este valor se torne ou não patológico.
Nas semanas que antecedem o parto observa-se o estado do colo uterino, median-te toque vaginal, e apresentação fetal por ecografia. Se tudo está bem, não será necessário mais nenhum controle. Há que esperar uni-camente pelo desejado encontro com o bebé ou programar a indução de parto se for essa a intenção do obstetra ou dos pais.
Que indicam os marcadores ecográficos?: Mediante as ecografias, sobretudo no segundo trimestre, podem detectar-se certos indícios fetais de uma possível alteração cromossomática do futuro bebé.
Perante a suspeita de gravidez, deve ir de imediato ao obstetra para poder terminar a gravidez da maneira mais correcta. A marcação de data é a chave para se-guir a evolução posterior.
Antes da gravidez:
Programar com antecedência a gestação, permite averiguar se se pertence ou não a um grupo de risco e tomar as medidas oportunas.
1. O que é a menstruação?
A menstruação é uma perda de sangue cíclica que resulta da descamação do endométrio (parede que reveste o útero) com uma duração que pode variar entre 2 a 7 dias. Vulgarmente conhecido como "estar menstruada" ou "estar com o período".
2. O que é a menarca?
A menarca é a primeira menstruação de uma mulher.
3. O que é o ciclo menstrual?
O ciclo menstrual é o período de tempo desde o primeiro dia em que aparece a menstruação até ao primeiro dia da menstruação seguinte.
4. Qual é a diferença entre menstruação e ciclo menstrual?
Menstruação é a perda de sangue. Ciclo menstrual é a contagem dos dias desde o primeiro dia em que aparece a menstruação até ao primeiro dia da menstruação seguinte.
5. Quanto tempo dura um ciclo menstrual?
Habitualmente um ciclo dura entre 28 a 32 dias, ou seja, é aquilo a que chamamos um ciclo menstrual. Mas podem existir ciclos ligeiramente menores ou maiores.
6. Os ciclos menstruais são sempre regulares?
Após o aparecimento da primeira menstruação (menarca) é normal os ciclos menstruais serem pouco regulares, podendo mesmo existir longos períodos sem que ocorra qualquer hemorragia.
Existem factores que podem influenciar a duração dos ciclos menstruais, bem como a quantidade de sangue libertado em cada mês, como por exemplo, o stress, as preocupações, as mudanças de clima e os hábitos alimentares. Por isso, a quantidade de fluxo pode ser diferente de mês para mês.
7. Quais são as fases do ciclo menstrual?
São três as fases do ciclo menstrual: folicular, ovulatória e luteiníca.
O primeiro dia do ciclo menstrual é o primeiro dia do aparecimento da menstruação.
Exemplo de um ciclo menstrual de 28 dias:
Fase Folicular: O ovário contém uns folículos, do tamanho da cabeça de um alfinete. Um destes folículos vai crescer e ficar do tamanho de uma ervilha. Este processo demora cerca de 14 dias.
Fase Ovulatória: Por volta do 14.º dia, o folículo rompe-se e é aqui que se dá a ovulação, ou seja, o óvulo desce pelas trompas de Falópio, podendo ou não ser fecundado pelos espermatezóides. Um ou mais espermatezóides podem fecundar o óvulo. Se isto não acontecer, este vai continuar o seu percurso descendente.
Fase Luteiníca: Quando o folículo se rompe e liberta o óvulo, dá-se uma transformação fisiológica, gerando-se uma massa amarela e sólida que se chama "corpo amarelo". Quando não há fecundação, este corpo amarelo amadurece, vai-se degenerando e acaba por ser levado através do fluxo sanguíneo.
Estamos perante um novo ciclo menstrual.